L’ Antique 200 @ 2019

Atualizado: 2018/10/29

Uma aventura por estradas de outros tempos…

Por dentro do Brevet…

Como habitualmente o primeiro Brevet dos Randonneurs Portugal é escolha fácil o L’Antique 200

L’Antique 200. Um percurso a…

  • Fugir das estradas nacionais
  • Que traga à memória o espírito e as condições que os Randonneurs tinham de superar no início do século XX
  • A fugir do trânsito automóvel

L’Antique 200. Um Brevet com um nome a condizer…

  • Relembrando tempos onde o relógio e as viagens andavam mais devagar
  • Em que percorrer 200 km em 13h e 30 m seria por si uma grande aventura.
  • Passando ao lado das estradas nacionais, redescobrindo estradas municipais e caminhos agrícolas asfaltados… alguns a precisar de obras, dando corpo a esta aventura.

O L’Antique 200 sai do nosso posto de controlo habitual, em Vila Franca de Xira, rumo a Norte. Percorridos 3 km fugimos para a 1ª das muitas estradas municipais do dia e rumamos à Vala do Carregado para, uns metros de pavé depois, seguirmos para Vila Nova da Rainha.

Um curto salto à EN 3 estamos na Azambuja rumando a Valada do Tejo. As estradas por estas paragens são pouco povoadas, agradáveis de pedalar e  longe do reboliço de outras alternativas rumo a Norte.

Passamos por Porto de Muge, local que revisitaremos no regresso. Continuamos pela margem norte do Tejo rumo a Santarém, não sem passar por herdades ainda em funcionamento fazendo lembrar o Ribatejo de outros tempos.

Ultrapassados alguns cruzamentos sem sinalização, requerendo atenção e estudo prévio do trajeto do L’Antique 200, chegamos a Vale de Santarém.

Às portas de Santarém temos cerca de 60 km, meia dúzia deles pisaram “estradas com carros”.

Em boa companhia, sem stress e por estradas onde os carros se esquecem de passar, subimos às portas do sol. De olho vivo, pois sinalização e estradas alternativas não combinam.

Deixamos as vistas sobre a lezíria e seguimos agora pela EN 385, não sem antes cruzar novamente a linha férrea para seguir rumo a Alcanhões, e daqui até à Golegã. Mais uma estrada simpática, com um traçado de outros tempos, entre povoações onde o trânsito pouco se faz notar.

À Golegã, terra de cavalos, chegamos sensivelmente ao km 90, ultrapassado o pavé que por aqui deve estar colocado há muito tempo.

Visitada a Golegã, trocamos a EN 385 por uma estrada camarária que nos leva à Quinta da Cardiga, uma das maiores herdades dos Ribatejo de outros tempos. Paragem obrigatória onde o verde da lezíria e o rio Tejo confluem.

Dirigimo-nos agora para Vila Nova da Barquinha para lá trocarmos o Pavé por um km de estrada em terra batida, recordando que noutros tempos as estradas eram menos “rolantes”. Ultrapassado este “desafio” que todas as bicicletas passam sem grandes complicações, com a noção de que material “light” tem uma vida difícil no L’Antique 200.

A Constância chegamos 10 km depois. Já percorremos 50% do L’Antique 200, tempo de recarregar as baterias e regressar, agora pela margem sul do Tejo onde por momentos a linha férrea da Beira Baixa nos faz companhia na travessia sobre o Tejo.

Rumamos à Chamusca pela EN 118. Após 20 km lá chegaremos, com a sorte deste troço ter uma berma ciclável.

Na Chamusca fugimos novamente do reboliço da EN 118. Percorremos agora as lezírias por estradas municipais e caminhos agrícolas… 15 km depois emergirmos em Alpiarça. Boa desculpa para repor energias pois as estradas deste Brevet não são pródigas em locais onde comer.

Regressamos a caminhos e estradas responsáveis pelo nome deste Brevet, estradas antigas e caminhos asfaltados onde o que resta deles não vê passar muitos carros, recordando que noutros tempos pedalar 200 km era uma aventura grande.

Depois de 20 km pedalados literalmente no meio da lezíria, entre campos agrícolas e sempre com atenção para não ter percalços mecânicos e furos.

Seguimos para Porto de Muge pela Ponte Rainha D. Amélia… uma ponte com 120 anos!

Se já estávamos com saudades da margem norte do Tejo, cá estamos novamente. Percorremos agora o caminho inverso rumo a Vila Franca de Xira, passando por Valada e pelo dique que protege estas gentes ribeirinhas das águas do Tejo.

É tempo de nos despedirmos das lezírias pouco povoadas e regressar, a Azambuja recorda-nos desta evidência. Resistimos e por isso logo a seguir, em Vila Nova da Rainha, “fugimos” da EN 3 rumo à Vala do Carregado e à estrada do Apeadeiro onde há umas horas passámos rumo a Norte.

Vila Franca de Xira está a um pulo, percorridos os 210 km do Brevet des Randonneurs Mondiaux L’Antique 200.

Data limite de inscrição | 19 de janeiro de 2019

Vagas neste momento | 0

Data e hora de realização | 26 de janeiro de 2019 / 08:00

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Cue sheet | Entregue aos Randonneurs inscritos no Brevet

Localização dos postos de controlo | Vila Franca de Xira, Porto de Muge, Santarém, Quinta da Cardiga, Constância, Alpiarça, Viaduto A13, Vila Franca de Xira

Tempo limite | 13 horas e 30 minutos

Encerramento do posto de controlo de chegada | 21:30

BASE

10Base
  • Cue sheet
  • Track de GPS
  • Cartão de percurso

MAIS

20Mais
  • INCLUI BASE MAIS:
  • Medalha personalizada do Audax Club Parisen

Inscrição

Brevet lotado, workers ride ou as inscrições ainda não estão/já não estão disponíveis