Cávado ao Tâmega 400 @ 2019

Atualizado: 2019/05/12

No Minho os metros de subida apinham-se!

Por dentro do Brevet…

Do Cávado ao Tâmega…

No Minho os metros de subida apinham-se.

Bem tentamos seguir os rios mas, pelo meio… Não se assustem com o acumulado. Talvez exageros do RideWithGPS (no fim logo se verá).

Um Brevet [também] é um momento de aprendizagem. Vencida a primeira barreira da distância (BRM 200) e já com alguma boa gestão do esforço e alimentação (BRM 300), é chegado o momento do estágio de gestão da noite. Escolhemos para tal uma saída às 22:30 de uma sexta-feira. O bike check vai estar muito atento à qualidade das luzes, as quais deverão ser duplicadas, por razões de segurança.

Até ao primeiro posto de controlo (e um pouco mais além) o percurso coincide com o do Gerês-200 mas agora sem os alvores do nascer do dia. Amares, os primeiros 50km vencidos, é a última ocasião para aprovisionar, antes de chegar à EN103. Esta é a estrada escolhida para nos transportar até Chaves, pela noite, sem problemas de navegação mas também sem quaisquer distrações, acompanhando o vale do Cávado e subindo depois ao Barroso.

Aquae Flaviae (Chaves), local do segundo posto de controlo, 170km feitos, chegamos enfim ao Tâmega. Não, não viemos a águas, pese embora a importância da hidratação. Será apenas a segunda oportunidade para abastecimento antes de iniciar nova subida, pela ER314 até à EN206, com primeira passagem por Argemil. Daqui, um percurso de ir e vir na direção de Valpaços, terá como desculpa a prova da famosa bola de carne, em Argeriz quase aos 200km, metade do percurso cumprido. Este é o ponto mais longínquo do traçado.

O relógio não para e é tempo de voltar para trás no Brevet Cávado ao Tâmega 400, dando início ao regresso ao ponto de partida, junto à foz do Cávado. Subida à Padrela, descida para Vila Pouca de Aguiar (uma oportunidade para visitar as minas de ouro, talvez noutro dia), subida ao Alvão, descida… e mais uns pequenos dentes que fazem crescer o acumulado, até Arco de Baúlhe, local escolhido para nova estampagem no cartão, ao quilómetro 275.

Farto de bicicleta? Pois vamos então de comboio. A estação de Arco de Baúlhe marca um dos extremos da Linha do Tâmega e, daqui até Celorico de Basto, é um instantinho. Consultado o horário, o último trem já partiu, há alguns anos. Sem comboios, a via está livre, acompanhando o Tâmega pelo antigo ramal. Um troço relaxante, sem trânsito nem grandes pendentes leva-nos ao próximo posto de controlo.

Aqui dizemos adeus ao rio, retomando as pistas alcatroadas, primeiro pela EN101-4 até Felgueiras, com paragem para pedaço de pão-de-ló e carimbo (aos 325km) e, depois, pela EN-101 até Guimarães, cidade berço.

Passado o centro histórico será pela EN206 que o pedalante fará caminho que leva ao litoral, com passagem por Vila Nova de Famalicão e término na Póvoa de Varzim, local do penúltimo posto de controlo.

Finalmente, a nossa velha amiga EN13 será o caminho escolhido para o troço final, pouco mais de 20km para norte, até Marinhas. Se chover, o vento ajuda… e concluímos o Brevet Cávado ao Tâmega 400.

Data limite de inscrição | 11 de maio de 2019

Vagas neste momento | 0

Data e hora de realização | 17 de maio de 2019 | 22:30

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Cue sheet | Entregue aos Randonneurs inscritos no Brevet

Localização dos postos de controlo | Marinhas, Amares, Chaves, Argeniz, Arco do Baúlhe, Celorico de Basto, Felgueiras, Póvoa de Varzim

Tempo limite | 27 horas

Encerramento do posto de controlo de chegada | 19 Maio de 2019 | 01:30

BASE

10Base
  • Cue sheet
  • Track de GPS
  • Cartão de percurso

MAIS

20Mais
  • INCLUI BASE MAIS:
  • Medalha personalizada do Audax Club Parisen

Inscrição

Brevet lotado, workers ride ou as inscrições ainda não estão/já não estão disponíveis